Minas Gerais

O VII Festival Mundial da Cachaça de Salinas, que acontece de 11 a 13 de julho, será mais uma oportunidade para os produtores artesanais da região, no norte de Minas, conseguirem mais espaço nos mercados consumidores. Essa é a expectativa da equipe local da Emater-MG, que garante orientação aos produtores, desde o plantio da cana-de-açúcar até a comercialização, com especial atenção à constante busca da qualidade da bebida. Com o título de "capital Mundial da Cachaça", Salinas espera receber cerca de 25 mil visitantes para o evento, realizado pela Apacs, a Associação de Produtores de Cachaça Artesanal de Salinas, com o apoio da Emater-MG. O município tem hoje cerca de 25 produtores artesanais e 52 marcas de cachaça.

A produção de cachaça é uma das principais atividades econômicas de Salinas. O processo de produção da bebida é artesanal, o que resulta em um produto de alta qualidade. Desde de 1994 a Emater-MG atua no município, oferecendo orientação em todas as fases da produção, do plantio do canavial até a comercialização, que para o extensionista Jarbas Barbosa Bittencourt é a parte mais complicada de todo o processo. "A preocupação é colocar os produtos no mercado e aumentar o volume das exportações", afirma. A Emater-MG também promove reuniões para esclarecimentos de dúvidas e discussão de temas relacionados à produção, além de organizar os produtores para participar de eventos de divulgação em outros estados. "É uma forma de abrir novos mercados", explica Jarbas.

O VII Festival Mundial da Cachaça vai ter a participação de 83 expositores. Dentro da programação deste ano, haverá palestras sobre a importância de um projeto comercial, a gestão financeira e a profissionalização das empresas de cachaça, entre outras. Além de estandes para degustação e venda de produtos, o visitante também vai participar de shows musicais e assistir ao 12º enduro da Cachaça (etapa do Campeonato Norte-Mineiro de Enduro de Regularidade). De acordo com Jarbas Bittencourt, com a realização do evento a expectativa de concretização de negócios futuros é muito grande. O festival contribui também para aumentar o turismo da região e divulgar a bebida produzida.

Fonte:
Assessoria de Comunicação da Emater-MG
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